Planejado para agradar a Deus

  • 27/10/2025
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Planejado para agradar a Deus

DIA 8 – Planejado para agradar a Deus

“Tu criaste todas as coisas, e é para o teu agrado
que elas existem e foram criadas.”

Apocalipse 4.11, NLT

“O Senhor está contente com o seu povo.”
Salmos 149.4, NTLH

Você foi planejado para agradar a Deus

No instante em que você chegou a este mundo, Deus, lá do céu, como testemunha invisível, sorria ao assistir a seu nascimento. Ele quis que você existisse, e sua chegada lhe deu enorme prazer. Deus não precisava criar você, mas decidiu criá-lo para satisfação dele. Você existe para benefício, glória, propósito e prazer de Deus.

Dar satisfação e viver para o prazer de Deus é o primeiro propósito de sua vida. Quando você entender plenamente essa verdade, jamais voltará a se sentir insignificante, pois isso prova o valor que tem. Se você é assim importante para Deus e se ele o considera valioso o suficiente para mantê-lo consigo por toda a eternidade, como você poderia ser mais importante do que já é? Você é um filho de Deus e proporciona prazer ao coração dele, mais que qualquer outra criatura.

A Bíblia diz:
“Deus já havia resolvido que nos tornaria seus filhos, por meio de Jesus Cristo, pois este era o seu prazer e a sua vontade.”
(Efésios 1.5, NTLH).

Um dos maiores dons que Deus lhe concedeu foi a capacidade de apreciar o prazer. Ele o criou com cinco sentidos e emoções, para que você pudesse experimentar essa sensação. Ele deseja que você aprecie a vida, não que apenas a suporte. O motivo pelo qual você pode sentir prazer é que Deus o fez à sua imagem.

Com frequência, esquecemos que Deus também tem emoções, inclusive sentimentos intensos. A Bíblia diz que Deus sofre, fica enciumado e encolerizado, sente compaixão, piedade, tristeza e consideração, bem como alegria, regozijo e satisfação. Deus ama, sente prazer, exulta, desfruta e até mesmo ri!
(v. Gênesis 6.6; Êxodo 20.5; Deuteronômio 32.36; Juízes 2.20; 1 Reis 10.9; 1 Crônicas 16.27; Salmos 2.4, 5; 18.19; 35.27; 37.23; 103.13; 104.31; Ezequiel 5.13; 1 João 4.16).

Dar prazer a Deus é o que se chama “adorar”.

A Bíblia diz:
“O Senhor se agrada somente daqueles que o adoram e confiam em seu amor.”
(Salmos 147.11, CEV).

Qualquer atitude sua que agrade a Deus é um ato de adoração. Como o diamante, a adoração apresenta várias facetas. Seriam necessários vários livros para abordar tudo que precisamos compreender a respeito da adoração, mas nesta seção estudaremos seus aspectos principais.

Os antropólogos perceberam que a adoração é um impulso universal, estabelecido por Deus na estrutura de nosso ser — uma necessidade intrínseca de nos ligarmos a ele. Adorar é tão natural quanto comer e respirar. Quando não conseguimos adorá-lo, achamos um substituto, ainda que no fim sejamos nós mesmos.
A razão pela qual o Senhor nos fez com esse desejo é que ele anseia por adoradores!
Jesus disse que o Pai procura adoradores (v. João 4.23b, NVI).

Dependendo de sua formação religiosa, pode ser que você precise ampliar sua compreensão do termo “adorar”. Você pode vincular essa palavra a cultos na igreja em que haja cânticos, orações e pregação. Ou visualizar um cerimonial com velas e ceia. Ou imagine curas, milagres e experiências arrebatadoras. A adoração pode incluir esses elementos, porém vai muito além dessas manifestações. Adorar é um estilo de vida.

Adoração é muito mais que música.

Para muitos, adorar é apenas sinônimo de música. Eles dizem: “Em nossa igreja, temos primeiro a adoração e depois a pregação.” Esse é um grande mal-entendido. Todos os momentos do culto são um ato de adoração: a oração, a leitura da Bíblia, os cânticos, a confissão de pecados, o silêncio, o ato de ouvir a pregação, fazer anotações para estudo posterior, ofertar, o batismo, a ceia, assinar um cartão de compromisso e até mesmo cumprimentar outros adoradores.

Na verdade, a adoração é anterior à música. Adão adorou no jardim do Éden, mas não há nenhuma menção à música até Gênesis 4.21, com o nascimento de Jubal. Se adoração fosse somente música, então os que nunca se utilizaram da música jamais adoraram. Adoração é muito mais que música.

Mais grave é quando se utiliza o termo “adoração” em alusão a um estilo musical específico: “Primeiro cantamos um hino, depois uma canção de louvor e adoração”. Ou: “Gosto das canções de louvor mais rápidas, porém prefiro as canções de adoração, mais lentas”. De acordo com essa convenção, se uma canção for rápida, alta ou tocada por instrumentos pesados, podemos classificá-la como “louvor”. Mas, se for lenta, tranquila e intimista, talvez acompanhada por um violão, então é “adoração”. Esse conceito de adoração com relação à música é equivocado, embora seja muito comum.

A adoração não tem nenhuma relação com estilo, volume ou andamento da música. Deus ama todos os tipos de música porque ele inventou todas elas — rápidas e lentas, altas e suaves, antigas e modernas. É provável que você não goste de todas, mas Deus sim! Se são oferecidas ao Senhor em espírito e em verdade, então são um ato de adoração.

Os cristãos frequentemente discordam do estilo de música a ser utilizado na adoração, defendendo com entusiasmo seus estilos preferidos como se fossem os mais bíblicos ou mais reverentes. Mas não existe um estilo bíblico! Não existem notas musicais na Bíblia; hoje nem mesmo temos os instrumentos utilizados nos tempos bíblicos.

Para ser sincero, o estilo musical que você prefere diz mais sobre você — sua formação e personalidade — do que sobre Deus. O som de um grupo étnico pode soar como um barulho para outro grupo. Mas Deus gosta da variedade e aprecia todos os estilos.

Não existe nada que possamos definir como música “cristã”; existe apenas letra cristã. É a letra que torna uma canção sagrada, não a melodia. Não existem melodias espirituais. Se eu tocasse para você uma música sem letra, não haveria como saber se é ou não uma canção “cristã”.

A adoração não é para benefício próprio.

Como pastor, recebo bilhetes dizendo: “Amei a adoração de hoje. Foi muito bom para mim.” Esse é outro mal-entendido a respeito da adoração. Ela não é para nosso benefício. Quando adoramos, nosso objetivo é agradar a Deus, não a nós mesmos.

Se você alguma vez já disse: “Não aproveitei em nada a adoração de hoje”, então você adorou pelos motivos errados. A adoração não é para você, é para Deus. Claro que a maioria dos cultos de “adoração” contém elementos de comunhão entre os irmãos, edificação e evangelização. E existem benefícios na adoração, mas nós adoramos para a satisfação dele. Nossa motivação é glorificar e agradar ao Criador.

No capítulo 29 de Isaías, Deus reclama de uma adoração hipócrita e sem entusiasmo. O povo estava oferecendo a Deus orações repetitivas, louvor falso, palavras vazias e rituais humanos sem que o significado fosse levado em consideração. O coração de Deus não é tocado por uma adoração meramente tradicional, mas por paixão e compromisso.

A Bíblia diz:
“Esse povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. A adoração que me prestam é feita só de regras ensinadas por homens.”
(Isaías 29.13, NVI).

A adoração não é parte de sua vida: é sua vida.

A adoração a Deus não se limita aos cultos na igreja, pois nos foi dito:
“Estejam sempre na sua presença” (Salmos 105.4, NTLH) e:
“Cantem glórias e louvem ao Senhor desde o nascer até o pôr do sol”
(Salmos 113.3, BV).

Na Bíblia, as pessoas louvavam a Deus no trabalho, em casa, na batalha, na prisão e até mesmo na cama! Louvar deve ser sua primeira atividade, assim que abrir os olhos pela manhã, e sua última atividade, ao fechá-los à noite
(v. Salmos 5.3; 63.6; 119.62,147).
Davi disse:
“Eu darei graças ao Senhor o tempo todo. Minha boca sempre o louvará.”
(Salmos 34.1, GWT).

Cada atividade pode ser transformada em um ato de adoração, quando realizada para louvar, glorificar e agradar a Deus. A Bíblia diz:
“Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus.”
(1 Coríntios 10.31, NVI).

Lutero disse:
“Um ordenhador pode tirar o leite das vacas para a glória de Deus.”

Como é possível fazer tudo para a glória de Deus? Fazendo tudo como se estivesse fazendo para Jesus e mantendo uma conversa contínua com ele durante a atividade.
A Bíblia diz:
“Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens.”
(Colossenses 3.23, NVI).

Este é o segredo de um estilo de vida em adoração: fazer todas as coisas como se fossem para Jesus.
A Bíblia diz:
“Portanto, com a ajuda de Deus, quero que vocês façam o seguinte: entreguem a vida cotidiana — dormir, comer, trabalhar, passear — a Deus como se fosse uma oferta.”
(Romanos 12.1, AM).

O trabalho torna-se adoração quando você o dedica a Deus e o realiza consciente de sua presença.

Logo que me apaixonei por minha esposa, pensava nela o tempo todo: no café da manhã, dirigindo para a escola, assistindo às aulas, na fila do supermercado, abastecendo o carro — eu não conseguia parar de pensar nessa mulher! Constantemente, falava comigo mesmo a respeito dela e fixava pensamento nas coisas que eu mais amava nela. Isso me fazia sentir perto de Kay mesmo quando estávamos separados por vários quilômetros de distância e frequentávamos faculdades diferentes. Pensando nela constantemente, eu estava permanecendo no seu amor.

A verdadeira adoração reside nisto: apaixonar-se por Jesus.

DIA 8 – Pensando sobre meu propósito de vida

Tema para reflexão:
Fui planejado para agradar a Deus.

Versículo para memorizar:
“O Senhor está contente com o seu povo.”
(Salmos 149.4a, NTLH).

Pergunta para meditar:
Que tarefa simples eu poderia começar a fazer como se fosse diretamente para Jesus?

Fonte: WARREN, Rick. Uma Vida com Propósitos – Para Que Estou na Terra? Edição expandida. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil.

Por Alexsandra H. Souza

Rádio Alexia K


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